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Lançamentos Ágios & Aluguel

Com a vida que pediu a Deus

16/08/2011 by imobiliaria | 0 comments

Novidade entre os empreendimentos imobiliários, os residenciais com serviços oferecem conforto da hotelaria a preço acessível. E os moradores pagam apenas pelo que usufruem.
Empreendimentos residenciais com serviços como o You Life Style conquistam clientes que procuram por comodidade

Quem nunca sonhou em morar em um hotel? Com todas as comodidades e regalias oferecidas, parece ser a moradia perfeita, exceto pelo fator financeiro. Mas há uma boa opção para quem não abre mão do conforto de um bom hotel e não está disposto a pagar valores pouco acessíveis. São os residenciais com serviços, empreendimentos com tudo o que a hotelaria oferece e o benefício de pagar apenas pelo serviço utilizado. Esse tipo de imóvel já não é novidade no centro da capital por causa de sua praticidade.

Fabrício Garzon, diretor da MGarzon, considera esse tipo de empreendimento a melhor opção para quem mora sozinho. “Esses apartamentos geralmente são mais compactos, sem o espaço ideal para uma boa lavanderia, por exemplo. A partir dai, perceberam a necessidade de empreendimentos que suprissem essas necessidades, como a lavanderia coletiva. Com o passar do tempo foram acoplando cada vez mais serviços a esses empreendimentos”, conta.

Não se sabe, realmente, as origens desses empreendimentos, mas uma coisa é certa: eles são sinônimos de comodidade. Contam com a disponibilidade de serviços como internet e TV a cabo condominial, arrumadeira, serviços de lavanderia, academia, espaço gourmet, serviços de escritório como impressão, fax, recebimento de documentos e os confortáveis serviços de concierge, que vão de baby sitter vigiada via internet a personal trainner.

O diretor comercial da Lopes Royal, Rogério Oliveira, enumera as vantagens desses imóveis: “Em um hotel você tem todos esses serviços e paga por eles, mesmo não usando. Nos residenciais com serviço você terá esses benefícios à disposição e só no momento em que precisar utilizá-lo vai pagar por eles”, comenta.

Público-alvo
Georges Hajjar Júnior, diretor da Línea/G Empreendimentos Imobiliários, aponta, entre os maiores benefícios, a praticidade e a alta rentabilidade para compra e aluguel: “Quando é apart-hotel, por exemplo, normalmente quem administra são hotéis, então a taxa de condomínio fica mais elevada, o que abaixa a rentabilidade do imóvel. Com serviços, a rentabilidade é maior.”

Com o alto nível de praticidade, esse tipo de empreendimento acaba atraindo como público-alvo estudantes, pessoas divorciadas, viúvos, jovens casais ou até profissionais que trabalham em Brasília poucos dias por semana. “A aceitação por parte do público vem sendo grande, já que nos dias de hoje grande parte da família estuda e/ou trabalha fora e toda praticidade e agilidade possíveis são bem-vindas. Nos residenciais com serviços esses moradores chegam em casa com a certeza de que terão todos os serviços disponíveis”, relata Georges Hajjar Júnior.

Investimento de retorno
Outro grande público que pode se interessar por esse tipo de empreendimento são os investidores. Muitos moradores estão investindo no pool de locação. O pool seria uma espécie de associação de vários proprietários de uma determinada unidade, que se unem e contratam uma administradora, a qual monta todo o apartamento, coloca mobília, lençóis, talheres e tudo o mais que se precisa para viver bem. O proprietário banca tudo. Com a unidade montada, ela é colocada para alugar. A administradora paga todas as despesas com a receita desses alugueis e o lucro bruto é igualmente dividido entre os proprietários da unidade.

Rogério enumera uma série de vantagens dos residenciais com serviços

You Life Style

Rogério justifica a escolha do pool como um bom investimento: “Os benefícios é que o proprietário não tem a preocupação de correr atrás de fiador, o lucro é maior do que se fizesse uma locação sozinho e nos períodos em que o imóvel não está locado ele continua recebendo, porque o lucro é dividido igualmente por todos.”

No momento de fechar o contrato, o comprador já está ciente se será ou não um residencial de serviço e se vai querer participar do pool ou não. A administradora é escolhida na época do lançamento, antes da venda pela construtora, mas se os proprietários quiserem mudar a empresa que vai administrar o imóvel fica por conta deles.

Mas, apesar de tantos benefícios, é preciso tomar alguns cuidados no momento da compra: “É preciso observar com cuidado se a administradora tem experiência na área. São empreendimentos com particularidades únicas e precisam de uma administração com as características necessárias. Prestar atenção no momento da compra, perceber se têm uma boa recepção e espaços bem definidos para lavanderia, depósitos, esse tipo de coisa”, aconselha Rogério.

Fonte: Jornal da Comunidade

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Lopes tem recorde histórico de vendas no 2T com VGV de R$ 5 bi

16/08/2011 by imobiliaria | 0 comments

Detentora das marcas Lopes, Pronto, Habitcasa e Patrimóvel, a LPS Brasil, maior empresa de intermediação e consultoria de lançamentos imobiliários, divulga seu resultado do segundo trimestre do ano, com números positivos, como recorde histórico de vendas e margens de quase 47%, comprovando a estratégia acertada de crescimento. No trimestre, as vendas contratadas (VGV) cresceram 44% em comparação com o segundo trimestre de 2010, chegando ao recorde histórico de R$ 5 bilhões. Com aumento de 54% no segundo trimestre, o Ebitda foi de R$59,2 milhões, com Margem Ebitda de 46,7%.

O lucro líquido da LPS Brasil alcançou R$45,9 milhões entre abril e junho, um crescimento de 72% frente ao mesmo período de 2010, enquanto o lucro líquido após a participação dos minoritários foi de R$39,7 milhões.

Marcello Leone, diretor de Relações com Investidores do Grupo LPS, explica que o lucro líquido após os minoritários foi impulsionado não só pelo crescimento da empresa e das estratégias de racionalização de custo e eficiência, mas puxada pelo lucro resultante do recebimento da primeira parcela de bonificação referente ao acordo da CrediPronto, joint venture entre Lopes e Itaú para financiamentos imobiliários no valor de R$30,9 milhões.

- O earn out será contabilizado ao longo dos 12 meses de 2011, isto é, teremos o reconhecimento de mais R$ 12,1 milhões divididos igualmente no terceiro e no quarto trimestre – explica Leone.

A CrediPronto financiou R$328 milhões no segundo trimestre deste ano, sobre um VGV de R$525,7 milhões. Isso representa um aumento de 124% frente ao mesmo período de 2010 em financiamentos. A originação acumulada já ultrapassou R$1,3 bilhão. Mantendo o ritmo de crescimento e de quebra de recordes, a consultoria especializada em crédito imobiliário, em junho, a CrediPronto financiou mais de R$ 120 milhões, recorde mensal da empresa.

Dentro da estratégia agressiva para conquistar mercado, tanto por crescimento natural, quanto por aquisições, a LPS Brasil realizou 4 aquisições este ano 2011: Imobiliária Thá (Curitiba) e Erwin Maack (São Paulo) no primeiro trimestre; AçãoDall”Oca (Brasília) no segundo trimestre; e Condessa (São Paulo) agora em julho.

Entre os meses de abril a junho a LPS Brasil vendeu 17.125 unidades, sendo 14.832 no mercado primário e 2.293 no mercado secundário, que inclui imóveis usados ou prontos para morar. O aumento do número de unidades vendidas no mercado primário foi de 26% se comparado ao segundo trimestre de 2010. No mercado secundário, houve um crescimento de 274% em relação ao mesmo período.

Em vendas contratadas, o mercado primário contabilizou R$ 3,9 bilhões, quase 25% maior se comparadas ao segundo trimestre de 2010. No segmento secundário, o VGV cresceu 299% para R$ 1,1 bilhão, já contabilizando as vendas das imobiliárias adquiridas em 2010 e 2011: VNC, Self, Plus, Maber, Local, Ducati, Thá, Erwin Maack e AçãoDall”Oca.

A participação de São Paulo nas vendas contratadas diminuiu de 49% no segundo trimestre do ano passado para 44% no segundo trimestre de 2011. As vendas no Rio de Janeiro aumentaram de 5% para 24% neste trimestre, enquanto Brasília representou 8%. “Parte desse crescimento foi decorrência da força da marca carioca Patrimóvel, adquirida em julho de 2010 e que já representa 21,4% do VGV total do mercado primário do grupo”, ressalta Leone.

No mercado secundário, o Sul se destaca como o segundo maior neste segmento com 25%, dada a participação da Ducati e Thá, que sozinhas representaram 19% das vendas contratadas neste mercado.

Fonte: www.monitormercantil.com.br

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A crise global e a construção civil

16/08/2011 by imobiliaria | 0 comments

Construção teme humor do comprador

No 83º Encontro Nacional da Construção, promovido pelo SindusCon-SP e Câmara Brasileira da Construção, a crise global virou tema de debate numa só questão: Ela vai influir na decisão da família brasileira de comprar seu imóvel? O setor reza que não.

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Caixa pretende financiar 16 mil imóveis

16/08/2011 by imobiliaria | 0 comments

Os números apurados no primeiro semestre pela Caixa Econômica Federal não deixam dúvidas de que os projetos habitacionais são o carro-chefe dos investimentos da instituição. Pegando o gancho de que são mais populares e, portanto, com um alcance ainda maior, a CEF tem como meta chegar a 16 mil unidades em Alagoas. Até agora, já foram investidos R$ 498 milhões no Estado no Programa Minha Casa, Minha Vida.
Isso representa um acréscimo de 3,7% em relação ao ano passado, o que gera, nacionalmente um montante de R$ 3,4 bilhões. De acordo com os dados fornecidos pelo superintendente regional da CEF, Herbert Buenos Aires de Carvalho, na prática, os investimentos para a nova versão do Minha Casa, Minha Vida tiveram um aumento em R$ 1 milhão em nível local.
“É um aumento significativo nos investimentos, incluindo-se aí os aspecto social, já que a prioridade são famílias de baixa renda. Aumentamos a área dos imóveis de 49 metros quadrados, enquanto na versão I, essa área era de 35 metros quadrados”, observou Herbert.

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Inclusão de corretores de imóveis no Simples pode ser viabilizada por emenda

16/08/2011 by imobiliaria | 0 comments

A inclusão dos corretores de imóveis no Simples Nacional, sistema de arrecadação simplificada de impostos do governo federal, poderá ser viabilizada por emenda ao projeto de lei do Senado, primeiro item na pauta da reunião de terça-feira (16) da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). O anúncio foi feito nesta segunda-feira (15) pelo senador Gim Argello (PTB-DF), que presidiu parte da sessão especial em homenagem aos corretores de imóveis.

Autor do requerimento para realização da sessão especial, Gim Argello afirmou que, se por algum motivo, não for possível fazer a alteração no PLS 90/10, o benefício para a categoria será tentado em emenda ao projeto de lei que amplia os limites de enquadramento de empresas no Simples, enviado pela presidente Dilma Rousseff.

O PLS 90/10, de autoria do senador Fernando Collor (PTB-AL), inclui os escritórios de engenharia e arquitetura entre os beneficiários do Simples. Emenda apresentada ao projeto e acatada pelo relator da matéria na CAE, senador Cyro Miranda (PSDB-GO), abre a possibilidade de inclusão também da corretagem de imóveis no Simples Nacional.

A reivindicação do benefício fiscal foi um dos pontos da sessão especial desta segunda-feira, aberta pelo senador Wilson Santiago (PMDB-PB). O senador José Pimentel (PT-CE) disse que o Congresso Nacional tem uma dívida com os corretores de imóveis, que é incluir a categoria no Simples Nacional

Em 2008, quando coordenou na Câmara dos Deputados a segunda alteração na Lei Geral da Micro e da Pequena Empresa, Pimentel conseguiu beneficiar uma série de setores que ainda estavam excluídos do sistema simplificado de arrecadação.

- Assumimos ali um compromisso de que, na próxima alteração que houvesse na Lei Geral, iríamos discutir a inclusão de outros setores, com um olhar especial para dois segmentos, os corretores de imóveis e os representantes comerciais, até porque esses segmentos são muito próximos.

Potencial

Gim Argello afirmou que os corretores de imóveis têm um papel importante neste momento de crise econômica mundial: os investidores procuram “refúgio seguro” para seu dinheiro no mercado imobiliário.

Por isso, na avaliação de Gim Argello, o potencial de crescimento do setor é grande. Hoje, de acordo com o senador, o mercado imobiliário representa apenas 5% do Produto Interno Bruto (PIB), contra 60% nos Estados Unidos e 40% na Europa.

- Se dobrarmos todo esse movimento, para chegar a 10%, vamos precisar de muito trabalho, de muitos corretores de imóveis, que realmente constroem a felicidade, principalmente dos mais humildes, em busca da casa própria.

Formação

A senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS) citou estudo do Conselho Federal dos Corretores de Imóveis, segundo o qual 52% dos profissionais têm curso superior, e as formações mais recorrentes são Direito, Administração e Engenharia. Segundo ela, o curso superior em Negócios Imobiliários é uma das bandeiras da entidade para aumentar o nível de qualificação de seus profissionais.

O presidente do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci), João Teodoro da Silva, afirmou que dados mais recentes indicam que os profissionais com cursos superiores já representam 64% da categoria. Teodoro apontou também crescimento da participação feminina, que hoje chega a 34% da categoria, contra 8,3% em 1995.

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